A Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro vai investigar o assassinato da juíza da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo, Patrícia Lourival Acioli, que ocorreu na madrugada desta sexta-feira (12). A determinação é do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que atende a pedido do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso. As informações são da Agência Brasil.
Em nota divulgada nesta manhã, o presidente do STF repudia o assassinato da juíza e pede a apuração rápida do crime. “Crimes covardes contra a pessoa de magistrados constituem atentados à independência do Judiciário, ao Estado de direito e à democracia brasileira. A preservação do império da lei em nosso país exige a rápida apuração dos fatos e a punição rigorosa dos responsáveis por este ato de barbárie”, disse na nota.
Presidente do TJ-RJ diz que juíza abriu mão de escolta em 2007
Em entrevista coletiva, na manhã desta sexta-feira, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, disse que a juíza Patricia Lourival Acioli, assassinada esta madrugada em Piratininga, Niterói, abriu mão da escolta feita por policiais militares em 2007.
Segundo o desembargador, Patrícia teve a proteção de três policiais entre 2002 e 2007. No último ano, o TJ-RJ fez uma revisão e determinou que o número de seguranças passassem de três para apenas um. Assim, Patrícia decidiu abrir mão da escolta.
JB Online
postado por Cid Cordeiro
Em nota divulgada nesta manhã, o presidente do STF repudia o assassinato da juíza e pede a apuração rápida do crime. “Crimes covardes contra a pessoa de magistrados constituem atentados à independência do Judiciário, ao Estado de direito e à democracia brasileira. A preservação do império da lei em nosso país exige a rápida apuração dos fatos e a punição rigorosa dos responsáveis por este ato de barbárie”, disse na nota.
Presidente do TJ-RJ diz que juíza abriu mão de escolta em 2007
Em entrevista coletiva, na manhã desta sexta-feira, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), desembargador Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, disse que a juíza Patricia Lourival Acioli, assassinada esta madrugada em Piratininga, Niterói, abriu mão da escolta feita por policiais militares em 2007.
Segundo o desembargador, Patrícia teve a proteção de três policiais entre 2002 e 2007. No último ano, o TJ-RJ fez uma revisão e determinou que o número de seguranças passassem de três para apenas um. Assim, Patrícia decidiu abrir mão da escolta.
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